Capítulo 5
Débora nervosa toca o interfone da mansão de Hugo.
Segurança:
— Pois não?
— Sou alguém que Hugo gostaria de falar.
— Estou reconhecendo você, você não é um daqueles alunos de Félix? Que apareceu na Tv?
O General sai do carro do lado do aluno enquanto ela falava com o segurança da casa. Deixando a situação tensa:
— Isso!
O segurança se assusta ao ver o General, o homem de 2 metros de altura musculoso e com a pele enrugada na cara, ele abandona o interfone e fica apavorado.
Aluno:
— Tem alguém ai?! Abre logo esse portão!
O General pega na mão do aluno que segura o gancho do interfone e diz:
— Calma meu jovem, deixa eu tentar resolver essa situação.
No interfone o general diz:
— É melhor você abrir logo esse portão antes que eu entre na marra! Você tá me escutando?!
O segurança, ainda assustado, responde pelo interfone: Senhor, eu não posso abrir o portão sem autorização do meu chefe. Quem é o senhor e o que deseja?
O general responde: Meu nome não importa, eu preciso falar com o Hugo Oliveira. E preciso falar agora.
Segurança: De onde você conhece o patrão?
General responde: Não interessa!
O segurança do outro lado do interfone fica em silêncio por um momento, aparentemente avaliando a situação. Depois ele responde: Certo, senhor. Eu vou abrir o portão, mas vocês precisam se identificar e mostrar algum documento de identidade.
O General responde ironicamente: Tudo bem, vou te mostrar o meu documento de identidade!
O segurança com medo do General abre o portão da mansão. O general entra e diz para o aluno ir embora, ele não precisa mais dele e o aluno assustado entra no carro por aplicativo e vai embora. O General se dirige para a entrada.
Já é tarde da noite isso foi logo após o jantar com o doutor que já não está mais lá e Mel já está deitada na cama com Hugo e ouve os gritos lá fora e vai olhar a janela, Hugo acorda também mas permanece deitado e Thiago também acorda com os gritos, ele corre até o quarto de seus pais e diz:
— Mãe! Pai! O homem feio está lá fora!
Hugo: O que será que aconteceu?!
Mel: É o monstro da televisão!
— Monstro?!
— Sim pai! O homem alto que tem a cara feia!
Mel se assusta. Hugo levanta pra ver o que aconteceu, ele primeiro dá uma olhada na janela e vê pela primeira vez, sem ser pela televisão, o homem "gigante" que está assustando sua cidade.
— Não é possível!
O General já no portão de entrada da sala de Hugo, se irrita:
— Eu vou contar até três! Para Hugo descer e abrir a porta da sala.
— Dois!
Hugo abre a janela pra acalmar o general:
— Calma! Eu vou deixar vou descer!
Mel se levanta da cama.
— Mãe!
— Eu estou bem meu filho! Mas a gente não pode deixar seu pai descer! Hugo diz pra mim que isso não é real! E que eu estou sonhando!
— Eu também espero estar sonhando. Thiago cuida da sua mãe e fiquem aqui no quarto! Eu vou descer!
— Eu também quero ir pai!
—Eu já falei pra você ficar aqui com sua mãe! Seja de uma vez por todas um filho obediente. É perigoso!
— Você não tá pensando em descer né?! Hugo, aquele cara te quebra no meio!
— Não se preocupa meu amor, é exatamente isso que eu vou fazer. Eu não vou demorar eu juro! O segurança tá comigo. E além disso…
— Ah não Hugo! Isso não é hora pra falar do seu talento com artes marciais.
Hugo desce as escadas e tranca a esposa e filho no quarto. Mel chama a polícia sem Hugo saber, dentro do quarto.
General: Vamos! Não temos tempo pra perder!
Hugo está sem camisa e o general percebe que ele tem uma tatuagem do batalhão dele, a Fênix e Hugo nota a pele enrugada do general. Hugo corajosamente, sem acreditar muito no que ele viu pela mídia e confiando em suas habilidade de artes marciais conversa sem preocupações com o general:
— O que você tanto olha para a minha barriga.
— A sua tatuagem, é a mesma do meu batalhão! Então foi você mesmo que matou seus companheiros junto com Yago.
Hugo olha para o general com surpresa: Você é do Batalhão Fênix?!
O General abrindo uma garrafa de Whisky e se servindo : Sim! Pode me chamar de Fênix, eu sou a própria Fênix! E vim aqui em busca de uma explicação e de justiça, por que vocês mataram os meus poucos homens? Vocês não faziam parte do batalhão?
Hugo: Eu nunca me juntaria a esse batalhão de lunáticos e quem matou não fui eu....
General: Então foi o Yago? Ou você está mentindo? Pelas dúvidas vou matar os dois. Mas antes me diga aonde está Yago?
Hugo:
(Suspeitoso) Você realmente saiu do portal? Acha que pode me intimidar com essa história? Não sei onde Yago está. Ele vive se metendo em encrencas, deve estar preso.
O General sorri, mostrando uma cicatriz grotesca no rosto.
General Nazista:
(Frio) Esta cicatriz é um efeito da viagem no tempo. Um dia, você ficará assim.
Enquanto isso, Mel está preocupada com a situação e liga para a polícia para relatar o que aconteceu.
O General começa a se aproximar de Hugo, pronto para matá-lo com as próprias mãos. Mas Hugo, preparado com um dopante que Dr. Isaac lhe deu, saca uma seringa e fura o General.
Hugo:
(Determinado) Boa noite.
O General cai ao chão, desmaiado. Mel desce rapidamente e ajuda Hugo a amarrar o General.
Hugo: Bom, o doutor disse que esse dopante dura 12 horas.
Mel com medo: Eu espero que ele esteja certo.
A polícia chega rapidamente e encontra o general amarrado e desacordado. Eles o questionam sobre sua presença ali e Hugo explica que ele estava procurando Yago, um garoto que ele ajudou no passado. A polícia verifica seus antecedentes e descobre que o General já foi um nazista mas em um passado distante, como isso é possível?
Hugo:
(Tentando explicar) Ele veio de um portal do tempo. Parece loucura, mas é a verdade. Ele foi trazido do passado para o presente.
Policial:
(Incrédulo) Um portal do tempo? Você espera que acreditemos nisso?
Hugo:
(Determinado) Sei que é difícil de acreditar, mas é a verdade. Ele tomou um antídoto que lhe deu força sobre-humana. Está tentando encontrar Yago, mas ele é uma ameaça.
Dr. Isaac chega apressado à mansão de Hugo, encontrando os policiais discutindo sobre o General Nazista. Ele se aproxima rapidamente.
Doutor Isaac convence os policiais para levar o general para o laboratório dele. Diante das circunstâncias e com medo de mais baixas os policias ajudam, eles sabem que o general não é um homem comum.
Dr. Isaac:
(Decidido) Oficiais, preciso falar com vocês. Esse homem não é um criminoso comum. Ele precisa ser levado para um lugar onde possamos contê-lo e estudar o que aconteceu.
Policial 1:
(Desconfiado) E quem é você?
Hugo:
(Intervém) Este é o Dr. Isaac, um cientista que tem estado conosco desde o início. Ele pode ajudar a lidar com essa situação de forma segura.
Policial 2:
(Inseguro) Nós sabemos que esse General não é um homem comum. O que você sugere, doutor?
Dr. Isaac:
(Firme) Leve-o ao laboratório de onde ele saiu. Tenho os recursos necessários para contê-lo e investigar o que aconteceu. A segurança de todos depende disso.
Os policiais trocam olhares, reconhecendo a gravidade da situação e a necessidade de uma solução especializada.
Policial 1:
(Suspirando) Está bem. Vamos levar ele para o laboratório. Mas vamos manter vigilância constante.
Policial 2:
(Nodando) Não podemos correr mais riscos. Vamos ajudar a transportar esse homem.
Os policiais, com a ajuda de Hugo e Dr. Isaac, começam a mover o General Nazista para o veículo policial, garantindo que ele esteja bem amarrado e contido.
O comboio policial, junto com Hugo e Dr. Isaac, chega ao laboratório de Isaac. O General Nazista é levado para o portal no quintal de Félix e é jogado dentro dele.
Dr. Isaac:
(Agradecido) Obrigado por confiarem em mim, oficiais. Vamos garantir que ele não cause mais danos.
Policial 1:
(Afirmando) Estamos confiando em você, doutor. Mantenha-nos informados sobre qualquer desenvolvimento. E o mais importante, mantenha sigilo! Não queremos nossos nomes envolvidos no desaparecimento de um homem, por mais perigoso que ele seja.
Dr. Isaac: Não se preocupem...
Dr. Isaac:
(Sério) Isso deve resolver o problema temporariamente. Precisamos descobrir como selar o portal permanentemente.
Hugo:
(Determinado) Vamos fazer isso. Não podemos deixar mais ninguém sair.
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